domingo, 1 de agosto de 2010

Nada fora da face

Indo e vindo pela vida, sempre me desencontro da minha rota.

Pensamentos indos e vindos, acredito no fato de pensar na vida em terceira pessoa. E no futuro.

Não no presente do presente. Até pq meus presentes sao de péssimo gosto e ficam escondidos no fundo da gaveta.

Já não seria hora pensar na vida como primeira pessoa? Acho que sim?

Correr ou esperar? Esperar e aguardar são a mesma coisa?

Ó céus, ó vida! Até a próxima. Ou ainda da tempo.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

vida.

De volta, as minha madrugadas giratorias.

Gira, Gira, gira, mas nao chega a lugar nenhum.

Chegar chega, mas não chega qm eu tanto espero.

Esperar, lembra esperança.

Mas que faz voltar o desespero. Desespero da distancia, da vontade, da saudade.

Saudade? para que? pq? do que?

de td q se arrependeu? das decisões sem pensar?

Agora pague. Com sangue, suor e lagrimas.

Mas pague para receber.

Essa dor que nunca findará.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sugestões da noite:
Depeche Mode - Enjoy the Silence
http://www.youtube.com/watch?v=V7eR7AqvUkI

Jornalismo Fofoca.

A pessoa está ali, fazendo seu trabalho no dia a dia e ninguém nota. Faz o melhor possível, interage, lê e-mails, faz a entrevista em inglês, português, espanhol, e continua lá, na boa.

Mas quando comete um erro, meu deus... o mundo se acaba, o chão se abre, a terra o devora e tudo vai para o espaço. Não importa o que fez antes ou o que fará daqui para frente, está registrado: Ela Errou!

E todos aqueles "colegas" de profissão, que passaram 4 anos (sem contar as dp's por horas a fio no boteco em frente a "facu") correm para o youtube, assistem o vídeo novamente e colocam a notícia na primeira página do veículo que trabalham. Isso é o jornalismo moderno. Relatar youtube e divulgar twitter. Parabéns jornalistas, cada vez mais concordo com a queda do diploma de vocês. Não lembro quem disse, mas é verdade: bom jornalista é aquele que escreve e tem carater, e não um diploma pendurado na parede.

Fofoca, futrica é coisa feia, devia ter sido ensinado pelos pais a não cuidar da vida dos outros e sim, se preocupar com coisas importantes, como o país, estudos, saúde e etc.

Para terminar, não é a toa que Sabrina Sato e o pessoal do CQC fazem o melhor jornalismo brasileiro. Vão aonde precisar, fazem as perguntas que todo mundo quer fazer, e não tem medo de se queimar, peder "favores" futuros.

Chega, vou almoçar.

A Era da Paciência

Quando tudo irrita é sinal de que sua linha está acabando. Trocar de linha é muito importante, um recomeço. Mas vem a dúvida: qual o tamanho dessa página? Quando, exatamente, devo trocar minha linha? E qual o tamanho dessa linha, tanto a que acaba, qto a que começa? Até onde ir.

Gosto do consultório, atender meus pacientes e tal... viver a vida da maneira que é me faz bem, mas, e os desafios?

Sei que preciso dessa estabilidade, mas, qto? Até onde. Parar com tudo e começar numa outra linha de trabalho, ir embora para o Jalapão, aprender chinês em cirilico?

A necessidade de mudança é um fato, mas precisa se tornar um fardo?

domingo, 27 de junho de 2010

Alguem avisa o Jose Serra que aparecer em horário politico da a entender q é campanha, ainda mais depois de ter largado o gov de SP e o partido ja ter escolhido-o como candidato.

o mesmo vale para os concorrente.

PS: Odeio eleições e sempre acho uma palhaçada ser obrigado a escolher um FDP que não fará nada pelo povo nos seguintes 4 anos.

Para Galvão Bueno: Sou brasileiro, com nenhum orgulho, muito menos amor.

sábado, 26 de junho de 2010

Ritmo do desespero.

Após várias noites de insônia, me vejo vagando pela casa, de um canto para o outro, a procura do sono, que obviamente não aparece.

Internet nem pensar, não estou afim de ninguem me perguntando: "Com o que vc está preocupado?" ou "tenta relaxar!".

Enfim, sozinho nessa, chego a pensar em trocar de horário no serviço, já q não consigo dormir no horário certo, faço minha vida virar 100% de cabeça para baixo.

Liguei o rádio, Skank: "... e eu que ainda penso nela...", nada me ajuda. De volta ao silêncio. Quero dizer, ao ronco do cachorro. Ele, pelo contrário, não parece sofrer dos maleficios das noites mal dormidas.

Ao olhar pela janela, apenas os buracos da rua aparentam desespero pela situação que a calamitosa vida chegou.

Indas e vindas pela sala, cozinha, passagens pelo banheiro e depois, à geladeira. Sempre alguma dose de açucar ou gordura podem salvar uma noite perdida em minutos de prazer.
Tristeza ao descobrir que tudo não passou de ilusão, ao abrir a porta branca e deparar com o vazio ecoante dos ventos do artico surgidos em forma de "vc não fez compra essa semana, idiota".

E volto ao zigue-zague entre a sala e o quarto.

Lembro-me da tv. Que tipo de porcaria estaria a disposição para alegrar a noite de alguem que está acordado. Varias! Reprises de filmes que nem me lembrava mais da existencia, fazendo companhia no que acredito ser o submundo do entretenimento. Lastimavel obras cinematograficas esquecidas no intervalo das 4 à 6 da manhã, com o unico intuito de dizer: "Não me assista, vá dormir!".

Mas já é tarde, ou cedo, e em meia-hora devo estar dentro de um ônibus, a caminho da dignidade.